Empreende Aí abre inscrições para curso online

Neste mês de abril, o negócio de impacto social empreende ai abriu as inscrições para o seu curso “Despertando o empreendedor”, o primeiro curso online do brasil voltado para empreendedores populares.

O Empreendei Ai é um negócio de Impacto social criado para disseminar conhecimento empreendedor e melhorar a vida das pessoas através do empreendedorismo, foi criado com o objetivo de trazer esses conhecimentos para as comunidades, dando à elas instrumentos para que possam empreender de maneira estruturada, consciente e diminuindo os riscos de insucesso.

Com o objetivo capacitar novos empreendedores e direcionar negócios já iniciados, o curso visa popularizar o empreendedorismo e alcançar áreas mais distantes e desenvolverem práticas empreendedoras.

Os alunos também contarão com Aulas de Autoconhecimento, Ideação e Modelagem de Negócios, para você tirar sua ideia do papel ou melhorar o negócio que já criou; poderão desenvolver SUAS HABILIDADES e utilizá-las para abrir o seu negócio sem grandes investimentos; terão Aulas com Professores que já participaram na criação de mais de 50 negócios dentro das periferias e capacitaram mais de 150 alunos, como Toddy Ivon e Monique Evelle; acesso a todos os conteúdos em formato MP3 para que você possa ouvir em momentos que não poder ver as vídeo aulas; acesso a todo o conteúdo do curso, que inclui 2 módulos com mais de 10 vídeo aulas, aulas com empreendedores de outros Estados com grande destaque no Brasil e no mundo e também e com quem começou empreendendo no Brasil produzindo com grandes artistas RAP/HIP HOP, e hoje empreende fora do país.

A abordagem adotada pelo Curso Online do Empreende aí, é pioneira e inovadora, e proporciona uma grande experiência para o aluno – ou seja, qualquer pessoa interessada em desenvolver conhecimentos em empreendedorismo pode se inscrever.

As inscrições estão abertas e podem ser feitas até o dia 05 de maio, através do site.

Dica de blog: Insightee – à procura do insight perfeito

Eu amo gente jovem com energia. E que, de quebra, produz materiais úteis, sérios e responsáveis. Esse é o caso do Pedro Meirelles do blog Insightee (que já está na lista de referências desde o início do blog, mas o que é bom vale reforçar, né…).

Pedro tem 21 anos, é aluno no curso de Estudos de Mídia da UFF e assistente de pesquisa no IBPAD. Em novembro de 2016 publicou o post Profissão Social Media: áreas de atuação e fontes para estudo, um material maravilhoso detalhando as áreas de social media (monitoramento, planejamento, conteúdo, relacionamento, mídia e mensuração) com dicas de profissionais a seguir, conteúdo para estudar, eventos, cursos, etc.

Não satisfeito (ainda bem), a continuação desse material é o detalhamento de cada área, com a colaboração de 10 profissionais que atuam em regiões e portes diferentes. O primeiro post foi o Profissão Social Media: monitoramento – da teoria à prática e o segundo Profissão Social Media: planejamento – da teoria à prática, do qual tive o grande prazer de colaborar.

Se você achou incrível até aqui é por que ainda não viu os conteúdos anteriores. Que tal um debate embasado sobre diversidade nas organizações? Tem no post Profissionais de comunicação, a diversidade se faz na diferença, com uma reflexão sobre relações de poder, identidades e diferenças em Stuart Hall e o teste dos privilégios do ID_BR. Falando em Hall, tem o Cultura e representação, de Stuart Hall – Introdução (e a Skol, hein?) com uma resenha do livro Cultura e Representação.

Ah, mas você busca um conteúdo mais técnico? Tem também. No Como escolher o melhor curso para o seu trabalho em mídias sociais que tem uma lista com mais de 50 instituições de ensino que oferecem cursos voltados para a área de mídias sociais. E complementando, tem o Quais os conhecimentos mais requisitados em vagas de mídias sociais/digital? que analisa os requisitos de 600 posts de vagas num grupo no Facebook.

E se você quiser conferir o resultado final da série Profissão Social Media: da teoria à prática vota para a palestra entrar no Social Media Week 2017. 😉

Social Media Week abre votação para palestras de 2017

Chegou aquele tradicional momento do ano: votar nas palestras do Social Media Week! Esse ano o evento acontece na ESPM Vila Mariana e conta com o apoio dos professores de comunicação digital da instituição na curadoria de conteúdo.

Outro ponto de organização, os temas estão separados por assunto, o que é interessante até para pensar no que é mais urgentes em comunicação atualmente. Na nuvem de palavras, por exemplo, podemos ver quais os temas mais oferecidos. Será que tanto conteúdo em empreendedorismo seria reflexo do contexto social com a crescente de apostas em negócios próprios devido ao desemprego? Fica aí a questão.

Bom, mas preparei uma lista de sugestões de temas, palestras e palestrantes que considero interessante que valem o voto. Segue:

 

WikiLab – a primeira wikihouse de São Paulo

Laboratório de Tecnologias Livres da UFABC (LabLivre UFABC) promove campanha no Catarse para “imprimir” uma wikihouse.

Mas que? Sim, exatamente. Imprimir! Segundo o grupo “Vamos usar chapas de madeira e uma máquina CNC para cortar e numerar as peças que serão utilizadas para levantarmos nosso laboratório acadêmico. Depois juntaremos quem estiver disposto a ajudar – sem a necessidade de nenhum conhecimento específico – e encaixaremos as peças como em um quebra-cabeças gigante.”.

A primeira wikhouse de São Paulo e a segunda do Brasil ficará alocada na UFABC campi SBC, trata-se de uma estrutura feita de madeira compensada, cortada com uma máquina CNC – impressora 3d com cortadora a laser. Os planos da estrutura foram criados pela comunidade global da wikihouse e estão disponíveis para qualquer um na rede. O objetivo é permitir que qualquer pessoa projete faça o download e imprima casas e componentes que podem ser montados com o mínimo de habilidades formais ou treinamento. O projeto é um alternativa inovadora de habitação de baixo custo que pode ser adaptada e implementada no mundo inteiro.

O Laboratório de Tecnologias Livres, LabLivre, realiza pesquisas interdisciplinares com o objetivo geral de desenvolver soluções tecnológicas livres e abertas para as políticas públicas, para a ampliação da participação democrática, para a criação e produção cultural e para os direitos humanos. O Laboratório reúne pesquisadores da sociologia, da ciência política, da filosofia, da comunicação, da engenharia e da computação, entre outras áreas.

Também atua agregando os saberes e práticas acadêmicos com o conhecimento produzido pelas comunidade hacker e maker. Por isso, o LabLivre atuará no mesmo espaço que o makerspace dos coletivos tecnológicos da região do ABC .

As recompensas começam a partir de R$ 20,00 e incluem e-books, cursos, camisetas, chaveiros entre outros. Para ter mais detalhes da companha e colaborar clique aqui. 🙂

Qual é o seu maior problema de comunicação?

Lancei uma enquete para as empreendedoras do grupo Feminaria, a pergunta foi: qual é o seu maior problema de comunicação? Rendeu um papo interessante por lá e eu separei alguns tópicos para falarmos.

1. Dificuldade para que compreendam o que eu faço

Isso é bem comum, sobretudo quando se trata de algo muito novo, específico, amplo ou similar à outras atividades. Acredito que vale encontrar uma definição objetiva, curta, sem ambiguidades e testar a aceitação com os clientes, mas também com pessoas que não são da área. Se quem não tem nenhuma definição prévia da sua atividade entender é um bom indicativo.

2. Mensuração de resultados

De fato em comunicação não existe uma regra geral de análise de resultados. Até por que são muitas coisas que podem ser medidas, por exemplo vendas, relacionamento, alcance de marca, leads gerados, notas na imprensa, acessos no site, engajamento nas mídias sociais e assim por diante. A minha sugestão é primeiro saber qual objetivo pretende-se alcançar e segundo saber o que se pretende medir. Em alguns momentos a venda propriamente dita pode não ser o resultado esperado da ação, mas o aumento de pessoas permitindo receber e-mails para acompanhar sua marca sim (geração de leads = potenciais clientes).

3. Colocar limites nos clientes

Quem inventou o ditado “o cliente sempre tem razão” certamente não estava em pleno estado de consciência. Disciplinar o cliente, principalmente quando se trata de relações longas, é uma missão e tanto. Eu apostaria em uma política bem clara de atendimento, com regras e limites. Pode haver concessões? Sim, pode. E isso também deve ser conversado entre as partes. Outro ponto levantado no tópico e que também entra nesse item foi o “meu cliente quer me ensinar a fazer o que eu faço”, ou seja, também é uma questão de disciplinar, afinal quem é o profissional especialista da relação?

4. Mídias Sociais

É o meio mais acessível de comunicação atualmente, mas isso não significa que é o mais fácil. Sobretudo se pensarmos nas variáveis de alcance e interação e nas ações que muitas vezes não são controláveis, como os famosos virais (para o bem e para o mal).  A minha sugestão é ter em mente que mídias sociais são principalmente um canal para estabelecer relacionamento e conversas, não para apenas vender. É óbvio que vender é o objetivo, afinal os boletos não se pagam sozinhos, mas o que quero dizer é que o formato “deu a louca no gerente, 80% off, só hoje, corre!!” não funciona aqui, até por que a pessoa tem infinitas possibilidades de pesquisar (na internet) e ela só vai escolher quando tiver certeza e uma forma de dar certeza ao cliente é desenvolver sua credibilidade. E isso só acontece via relacionamento.

Dica extra, não acontecem milagres em comunicação sem investimento (e em lugar nenhum, não é mesmo?). Reserve um valor para ampliar o alcance. E diminua a ansiedade na espera de imediatismos. 😉


Quer aprender mais sobre como o Planejamento da Comunicação pode ajudar seu negócio? Vem para o Workshop na Casa Feminaria: http://bit.ly/PlanTaisso <3