Aperfeiçoamento profissional: cursos online

Eu tinha muita dificuldade com cursos online, principalmente pela necessidade de presença física, a indisciplina e falta de organização, mas pelas metas profissionais e barreiras (tempo gasto com deslocamento, por exemplo) tive que desenvolver essa característica e agora sou a ~louca dos eads~.

Já falei aqui sobre o Why we post?, concluí uns, estou fazendo outros e gostando bastante. Para quem se interessar deixo uma listinha de EaDs que fiz (estou fazendo ou farei em breve):

  1. No Future Learn tem muitos cursos disponíveis, vários sem custo algum. Dentre as categorias é possível encontrar temas sobre negócios, natureza, criatividade, direito, saúde, línguas, etc. Aqui, especificamente, indico o The Power of Social Media e Understanding the General Data Protection Regulation.
  2. Precisa aprender ou dar uma atualizada no espanhol? O curso disponível na plataforma EaD da Universidade Federal do Vale do Rio São Francisco é muito interessante. Além das aulas com professor nativo, é possível baixar todo o material para consultas offline.
  3. Já no inglês indico o canal EngVid que é maravilhoso. Lá tem disponível centenas de vídeos, mais de dez professores que abordam gramática, expressões, inglês para negócios, pronuncia, preparação para provas e muitos outros tema.
  4. A Escola Virtual da Fundação Bradesco também tem vários cursos, muitos gratuitos. Os temas vão desde educação financeira, postura profissional aos vários níveis de pacote office.

Tenho feito outros, alguns pagos como o de social ads e um curso dentro das disciplinas do mestrado numa experiência inter-federais – o Introdução à Democracia Digital pelo INCT DD da UFBA. Para quem é da área de social media, indico esse post do Pedro com várias dicas e lista de cursos de aperfeiçoamento.

Tem outras indicações? Compartilha! 😉

Reports interessantes para acompanhar

Tenho acompanhado muitas newsletters, assinaturas de feed e grupos sobre diversos temas dentro do que me proponho a estudar. Então, para circular esse conteúdo, compartilho aqui um top 5 com algumas dessas informações que considero interessante acompanhar:

  1. O CGI – Comitê Gestor da Internet – publica constantemente relatórios e indicadores sobre a internet no Brasil. Esse ano nós já podemos contar com materiais sobre e-participação, uso das TICs em equipamentos de cultura e sobre acesso à informação e ética na internet.
  2. A Gênero e Número é uma plataforma especializada em produzir conteúdo com base em dados a respeito de mulheres. Está no ar uma série sensacional sobre mulheres na música. O material aborda bots, Twitter, ativismos e política, entre outros temas.
  3. A Artigo 19  acaba de lançar uma revista com dez artigos sobre os Desafios à liberdade de expressão no século 21. Entre xs autorxs estão Elvira Lobato, Natália Neris (Internet Lab), Silvana Bahia (Olabi), entre outros.
  4. Falando em Internet Lab, a organização tem uma biblioteca extensa com relatórios e pesquisa sobre diversos temas, que vão de privacidade e vigilância, liberdade de expressão, desigualdades e identidade, etc. Dica extra: assinem o semanário.
  5. A Cryptorave – evento que aborda segurança, criptografia, hacking, anonimato, privacidade e liberdade na rede – está com chamadas abertas para propostas de atividades da quinta edição que acontece nos dias 4 e 5 de maio e uma campanha no Catarse para viabilização do evento.

2018: here we go again

Pós festas, carnaval e tudo mais que o começo do ano nos permite (ou nos impede): here we go again compartilhar conteúdo, ideia, dicas, eventos etc.

Primeiramente, vale lembrar que aqui na página posts tem a lista de todos os conteúdos já compartilhados aqui no blog e aqui nos slides tem todo material dado nas minhas palestra e oficinas.

Outro ponto importante de ressaltar é que quando não teve conteúdo aqui, é por que teve em outros lugares, como mapeamento de públicos e análise de redes, relações públicas na América LatinaLei de Acesso à Informação, sobre as ferramentas Sobek Mining e a StArt. Lá no Versátil RP (que está de cara nova) teve a repercussão no Twitter do caso LAI no município de São Paulo e um post especial para dia interamericano das relações públicas em parceria com Diego Galofero.

 

É novidade que você quer @? 

A primeira novidade é que curso sobre Planejamento Estratégico em Comunicação e Mídias Sociais está na agenda permanente do Lobo Criativo. Essa atividade, que já acontece a algum tempo, será toda remodelada com conteúdo novo, atividades, ferramentas e referências em dobro. O curso tem como público foco estudantes, recém-formados e empreendedores que queiram entender mais dessa parte do trabalho de comunicação. Quem tiver interesse ou quiser mais informações, manda e-mail para falecom@lobocc.com.br que o pessoal do Lobo vai tirar todas as dúvidas.

 

Novidade número dois é que o curso sobre a Lei de Acesso à Informação terá uma versão online pelo IBPAD. Essa atividade é baseada na LAI (como nas oficinas que aconteceram ano passado) e com foco de público em comunicadores (jornalistas, relações-públicas, publicitários, etc), cientistas sociais e demais pesquisadores interessados em conhecer o funcionamento básico da Lei de Acesso à Informação como recurso de levantamento de dados públicos. Informação importante, esse curso será oferecido de forma gratuita e a lista de espera já está aberta, acesse aqui para se inscrever.

 

Bom, esse primeiro post do ano foi para relembrar o que aconteceu em 2017 e para contextualizar todo trabalho que está sendo desenvolvido (e que também conta com a fase de escrita da minha dissertação) esse ano! Aproveito para desejar a todos um excelente período e que possamos trocar muitas figurinhas por aqui e nos demais espaços. 🙂

Diásporas na Internet: análise de conteúdo do site Por Dentro da África

Abaixo a planilha com títulos, links e termos mais recorrentes encontradas pela Sobek Mining para consulta e melhor compreensão do artigo apresentado ao Eixo 5: O local digital das culturas: povos tradicionais, povos indígenas, diásporas e redes digitais do X Simpósio Nacional da ABCiber/2017.

Governo Aberto e os cinco anos da Lei de Acesso à Informação

Três meses, vinte e cinco horas e nove atividades depois: chegou ao fim meu ciclo como Agente de Governo Aberto pela Prefeitura Municipal de São Paulo. O programa selecionou, via edital, 56 projetos relacionados aos temas transparência e dados abertos, gestão participativa e mapeamento colaborativo, inovação, tecnologia aberta e colaborativa e cultura digital e comunicação.

A atividade que propus se encaixa na temática cultura digital e comunicação, da qual resgato o histórico dos cinco anos da Lei de Acesso à Informação, mostro o passo a passo para se fazer pedidos e como encontrar dados da transparência ativa. A oficina ainda instiga os participantes a criar, a partir dos dados obtidos, conteúdos acessíveis para mídias sociais, ferramentas que usamos cotidianamente e que são, de certo modo, mais democráticas que outras mídias (tv, rádio, jornal, revistas, etc). As minhas sugestões giram em torno de softwares livres para a criação e edição de conteúdo, como Libre Office para textos, planilhas e apresentações; Gimp para edição de imagens;  WordPress.org para o desenvolvimento de blogs e Wikipedia para criação de memórias com foco em bairros e movimentos sociais.

Realizei oficinas com conselheiros municipais da Zona Leste, para educadores e jovens da Gol de Letra, para profissionais de pesquisa e comunicação no Instituto do Legislativo Paulista, Escola do Parlamento, FESP/SP e no IBPAD e para estudantes dos cursos de serviços jurídicos da Etec Cepam. É muito interessante observar como cada público compreendeu os benefícios políticos e sociais do acesso à informação. Desde os conselheiros que naquele momento lidavam com o decreto que reduz a participação social, aos jovens da Gol de Letra que estão desenvolvendo pesquisa sobre a memória da Vila Albertina e viram (não que eles já não soubessem), via dados da Geo Sampa, o quanto a região é carente de aparelhos públicos de cultura, segurança e transporte. Conheci estudantes que estão desenvolvendo pesquisas a partir de dados governamentais, jornalistas que utilizam dados abertos para embasar suas matérias e muitos outros casos.

A base bibliográfica conta com materiais da Artigo 19, da Open Government Partnership, do Portal Acesso à Informação, Relatório do Achados e Perdidos e o Relatório Open Government Data: Assessing demand around the world e por fim, sugiro a quem pretende se aprofundar no tema conhecer os grupos de pesquisa sobre internet e política e ir ao II Encontro Brasileiro de Governo Aberto que acontece nos dias 28 e 29 de novembro no CCSP.

Aproveito para agradecer a todos que ajudaram com sugestões de locais para a realização das oficinas, a todos que me receberam com muito carinho e aos que colaboraram com as articulações, em especial equipe da SP Aberta, coletivo 21N e coletivo Preta&Acadêmica. Há um novo ciclo de oficinas acontecendo pela cidade, quem tiver interesse basta entrar em contato com a SP Aberta (saopauloaberta@prefeitura.sp.gov.br).

Abaixo a apresentação utilizadas nas oficinas: